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3º Congresso Cerealista Brasileiro reúne recorde de participantes e projeta avanços para o setor |
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| A edição marcou os 20 anos da ACEBRA | |
O 3º Congresso Cerealista Brasileiro chegou ao fim nesta semana, na Chapada dos Guimarães (MT), consolidando-se como o maior e mais relevante encontro nacional dedicado ao setor cerealista. Durante dois dias, o evento reuniu um público recorde, formado por empresários, cerealistas, especialistas, representantes de entidades e lideranças políticas, que participaram de debates, painéis e apresentações voltadas ao futuro da cadeia produtiva.
A edição de 2025 teve um significado especial ao marcar os 20 anos da ACEBRA, entidade que representa cerealistas de 10 estados brasileiros e que, ao longo de duas décadas, se firmou como uma das principais vozes do agronegócio no país. O Congresso celebrou essa trajetória com homenagens, além de destacar o papel da entidade na modernização e integração do setor.
Palestrantes de renome nacional e internacional trouxeram análises atualizadas sobre temas decisivos para o agronegócio, incluindo macroeconomia, logística, mercado global, seguro rural, crédito, tecnologia e competitividade. A discussão sobre os impactos da Reforma Tributária para o setor cerealista também foi um dos pontos altos da programação.
Outro momento marcante foi a apresentação da nova Plataforma de Negócios ACEBRA, desenvolvida para ampliar a segurança, a agilidade e a transparência nas operações entre produtores, cerealistas e demais agentes da cadeia. A iniciativa foi recebida como um avanço importante rumo à profissionalização e ao fortalecimento do mercado.
Com o sucesso da edição realizada em Mato Grosso, a ACEBRA anunciou oficialmente o local do próximo encontro: o 4º Congresso Cerealista Brasileiro será realizado em 2026, em Florianópolis (SC). A expectativa é ampliar ainda mais o número de participantes e aprofundar discussões estratégicas que impactam a competitividade do setor.
Ao encerrar sua terceira edição, o Congresso Cerealista Brasileiro reafirma sua importância como espaço de articulação, conhecimento e inovação, contribuindo para preparar o setor cerealista para os desafios e oportunidades que moldarão o agronegócio nos próximos anos.

